quinta-feira, 12 de julho de 2012

UMA FORMA DIFERENTE DE SER SOLIDÁRIO

VOLUNTARIADO NO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA - ISA e no JARDIM BOTÂNICO DA AJUDA.

Numa época de penúria financeira, de crise profunda para que nos arrastaram politicas criadas por gente incompetente e mesquinha, restam os  valores humanos, a solidariedade e a generosidade.
Por tradição, a palavra "voluntariado" liga-se quase sempre a apoio a pessoas carenciadas, com necessidades especiais, crianças e até a apoio a instituições que se dedicam à protecção de animais.
Existe, no entanto, um outro tipo de voluntariado, pouco divulgado, mas particularmente meritório. Um voluntariado que se dedica à recuperação e restauro, manutenção e participação em mil uma actividades relacionadas com jardinagem e agricultura. Concretizando melhor, estou a referir-me ao Jardim Botânico da Ajuda e ao Instituto Superior de Agronomia de que o primeiro faz parte.
O Jardim Botânico da Ajuda, um espaço magnifico, carregado de história, cuja existência se confunde com a história de Lisboa, carece de quem apoie e ajude em tarefas de apoio à manutenção da colecção botânica e da recuperação e manutenção das estufas. É um trabalho que permite um contacto com a terra e com as plantas.
O Instituto Superior de Agronomia em breve (crê-se que na segunda quinzena de Agosto),  vai iniciar as vindimas na última vinha de Lisboa. Oportunidade única para sentir o campo em plena capital. Sentir o cheiro a mosto, entrar na velha adega, tocar em instrumentos e equipamentos ancestrais, de produção de vinho e aguardente (magníficos com direito a prova...). São precisos voluntários para toda esta actividade.

Vale a pena, podem estar certos!

Os contactos são:

Engenheira Dalila Espirito Santo: dalilaesanto@isa.utl.pt

Obs: A Engenheira Dalila Espirito Santo é Directora do Jardim Botânico da Ajuda e Investigadora e Responsável pelos Espaços da Tapada da Ajuda do Instituto Superior de Agronomia.

Eu estarei disponível para prestar todos os esclarecimentos:

João Carlos: jardineiro.do.rei@gmail.com

A VELHA ESTUFA-FRIA VAI VOLTAR A TER PLANTAS

ESTE JARDIM É MAGNIFICO E PRECISA DE GENTE DENTRO

AS VINDIMAS DO ULTIMO ANO NO ISA
E O CONVÍVIO NO FINAL DA VINDIMA 2011 (com o belo branco da Tapada da Ajuda...)
O RANCHO DE VINDIMADORES VERSÃO 2011


VÁ! DECIDAM-SE...

10 comentários:

trepadeira disse...

Como gostava de por aí estar,não fora tão longe.

Um abraço,
mário

Jardineiro do Rei disse...

Obrigado, Mário...

Fica a intenção.

Um abraço

João

Labirinto de Emoções disse...

Como eu gosto destes dois espaços e como os conheço bem..:)
Voluntaria sou, sempre que tenho oportunidade de o fazer, mas a reforma ainda não chegou!
As vindimas do ano passado foram uma uma experiencia fabulosa, este ano lá estarei de novo...
Haja mais voluntarios para estes dois espaços que tanto precisam.
Beijito

Lilá(s) disse...

Nunca se sabe...depende se estiver por cá...
Bjs

Jardineiro do Rei disse...

Lila...

Era muito bom poderes ir!

joão

Rosa dos Ventos disse...

Este tipo de voluntariado agrada-me mais do que o outro...
É que preciso de me proteger emocionalmente!

Abraço

Graça Sousa disse...

O valor da nossa vida,não está no que somos,mas pelo que fazemos e "sabemos"
A minha admiração pelo voluntariado,se não fosse a distância poderiam contar comigo.
Parabéns

Um abraço

Rosa dos Ventos disse...

Não é muito cedo para as vindimas?!
Brevemente volto para Lisboa e quando a missão de babysitter terminar talvez ainda vá a tempo!

Abraço

João Gomes disse...

Boa noite João
Tenho pena que aqui por Coimbra não apareçam iniciativas dessas (que eu saiba), aqui é tudo mais reservado, não existe uma grande ligação destes espaços com o público e a população, pode ser que um dia vejam que as coisas são das pessoas e para as pessoas e surja a oportunidade de podermos valorizar ainda o que melhor ainda temos.
Abraço
João

Majo disse...

Conheci o Jardim Botânico quando era jovem estudante. Já então mostrava sinais de carência de cuidados.
Por onde andam as verbas para a preservação do nosso património cultural?! Estamos paupérrimos, debaixo das botas dos ricos! Uma miséria material apenas compensada pela riqueza de bons sentimentos destes admiráveis voluntários.